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Axpo Iberia firma el primer ‘PPA’ a 10 años…

Axpo Iberia ha firmado un acuerdo de compra de energía (PPA, por sus siglas en inglés) a 10 años que posibilitará la financiación e instalación de una planta fotovoltaica de 28,8 megavatios (MW) en el concejo portugués de Evora, informó la compañía.

El grupo indicó que está operación es “la más grande” de este tipo que se firma en la Península Ibérica y la primera en Portugal sin ningún tipo de subsidio público y que sigue un modelo de financiación bancario.

En concreto, la planta es propiedad de Dynavolt Renewable Energy Europe, está promovida por Hyperion, que mantendrá una participación minoritaria, y será financiada por Banco BPI.

La instalación ‘llave en mano’ la llevará a cabo la compañía portuguesa Jayme da Costa y su puesta en marcha comercial está prevista para mediados de 2019. El proyecto tendrá una producción anual estimada de 50 gigavatios hora (GWh), el equivalente al consumo anual de 14.000 hogares.

El director general de Axpo IBERIA (IBLA.MC) Ignacio Soneira, destacó que este proyecto en Portugal supone el primer ‘PPA’ que sigue un modelo de financiación que cuenta con la participación directa de un banco (Banco BPI), “incorporando en un mismo acuerdo a los tres agentes principales del proyecto -promotor, financiador y comercializador-, lo que marcará claramente una línea a seguir para el desarrollo futuro de este tipo de proyectos en los próximos años”.

FONTE:

http://www.eleconomista.es/economia/noticias/8861196/01/18/Economia-Energia-Axpo-Iberia-firma-el-primer-PPA-a-10-anos-en-Portugal-para-un-proyecto-fotovoltaico-de-288-MW.html

Governo dá luz verde a seis centrais fotovoltaicas no…

O Governo deu ‘luz verde’ a seis centrais fotovoltaicas, no Algarve e no Alentejo, com uma potência instalada de 229 Megawatt (MW), que representam um investimento potencial, a preços de mercado, de cerca de 206 milhões de euros.

Questionada pela Lusa sobre projectos de produção renovável em regime de mercado, fonte oficial da secretaria de Estado da Energia adiantou que estas seis licenças agora atribuídas elevam para 756 MW (megawatts) a potência aprovada pelo Governo sem subsídio à produção, isto é, sem tarifas bonificadas.

De acordo com o gabinete de Jorge Seguro Sanches, em causa está um investimento potencial de 550 milhões de euros.

Entre os novos projectos, quatro centrais – em Ferreira do Alentejo, Lagos e em Moura (2) – serão promovidas pela Hyperion Energy Investments, com uma capacidade global de 132 MW.

Já a maior central agora aprovada, com uma capacidade de 48,9 MW, é um projecto da Goldiport Solar e fica no concelho de Lagoa, no Algarve.

O sexto projecto é a central fotovoltaica de Viçoso, da Goldnalco, com 48MW, em Alcoutim.

No total, este conjunto de projectos totaliza 229 MW de potência instalada e um investimento de cerca de 206 milhões de euros.

De acordo com fonte oficial da secretaria de Estado, estas licenças avançaram de imediato por se encontrarem em zonas de rede que não conflituam com outros pedidos, uma vez que os pedidos que se sobrepõem serão submetidos a sorteio.

 

FONTE:

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/governo-da-luz-verde-a-seis-centrais-fotovoltaicas-no-alentejo-e-no-algarve

Centrais solares de João Talone fecham contrato inédito

A Hyperion, empresa liderada por Talone, assegurou um contrato para vender a energia de uma central fotovoltaica em Évora durante 10 anos à Axpo Ibéria

Um contrato histórico, por ser o primeiro negócio feito totalmente em condições de mercado para um contrato de longo de prazo de venda de energia solar em Portugal. A Hyperion, de João Talone e Pedro Rezende, firmou um contrato a 10 anos com a Axpo Ibéria para escoar a eletricidade de uma central fotovoltaica de 28,8 megawatts (MW) em Évora.

A central solar em causa vai ocupar uma superfície total de 50 hectares, contando com 28,8 MW e uma produção anual que ronda os 50GWh, o equivalente ao consumo anual de 14.000 lares.

O projeto é promovido pela Hyperion, mas é propriedade da empresa Dynavolt Renewable Energy Europe (a Hyperion ficará como acionista minoritário), e conta com financiamento do BPI. Tem a particularidade de, ao contrário da maior parte da potência solar em operação em Portugal, não ter tarifas subsidiadas.

O facto de ser construída no regime geral de produção de eletricidade obrigou os promotores a encontrar uma solução de mercado para a venda da energia, que passou por um contrato com 10 anos de duração, em que o comprador será a Axpo, empresa que opera na Península Ibérica desde 2002.

A maior parte dos empreendimentos de energia renovável em Portugal continuam a ser operados com tarifas subsidiadas de venda de energia à rede, mas nos próximos anos vários parques eólicos irão terminar os respetivos períodos de tarifas garantidas, passando então a ter de vender a sua energia em condições de mercado.

FONTE:

http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-11-Centrais-solares-de-Joao-Talone-fecham-contrato-inedito

Ex-gestores da EDP investem €63 milhões na energia solar

A Hyperion, de João Talone, vai investir no Algarve, sendo parte do projeto assente numa tecnologia de alto rendimento produzida em Portugal.

Pela Avenida da Liberdade, no coração de Lisboa, não só passam consumidores de carteira recheada a comprar roupa e acessórios de marcas de luxo, como também desfilam e são desenhados alguns dos maiores negócios do país. E é no número 249 desta artéria da capital que a Hyperion, do empresário João Talone, vai coordenando os seus projetos numa área que Portugal ainda explora de forma incipiente: a energia solar.

Hoje, um dos projetos mais avançados da empresa fundada em 2006 por João Talone e Pedro Bastos Rezende (ambos antigos administradores da EDP) é um investimento de €63 milhões em Lagos. Naquele concelho do Algarve, a Hyperion prepara-se para construir duas centrais solares contíguas: uma explorando painéis fotovoltaicos convencionais e outra com módulos solares de alta concentração, numa tecnologia desenvolvida pela empresa portuguesa Magpower.

O projeto de Lagos, que está em consulta pública para obtenção de licenciamento ambiental, terá uma capacidade instalada de 44 megawatts (MW), o que o torna um dos maiores empreendimentos de energia solar do país, apenas atrás da histórica central da Amareleja (46 MW instalados desde 2008 no distrito de Beja) e da futura central de Alcoutim (220 MW a instalar nos próximos dois anos no Algarve).

FONTE:

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-03-04-Ex-gestores-da-EDP-investem-63-milhoes-na-energia-solar

Vem aí uma corrida ao sol no Alentejo

Vaga de grandes centrais solares vai sair do papel, já com licenças para produzir, mas sem subsídios.

Há 12 projetos para produção de energia solar sem subsídios que estão prestes a avançar em Portugal. Além da megacentral de €200 milhões que nascerá em Alcoutim (com o apoio de investidores chineses), há 11 outras centrais fotovoltaicas que já obtiveram licenças de produção. Lembrando uma tirada do antigo futebolista Paulo Futre, ‘vai vir charters’ de painéis solares para o Alentejo, que concentra uma dezena desses projetos.

Ourique, Évora, Nisa, Estremoz, Alcácel do Sal e Castelo de Vide serão alguns dos concelhos alentejanos escolhidos para a produção de energia solar sem tarifas garantidas de venda à rede, obrigando os produtores a comercializar a sua eletricidade em condições de mercado, sem onerar o consumidor final.

Segundo os dados que a Secretaria de Estado da Energia facultou ao Expresso, os 12 projetos não subsidiados somam uma potência superior a 480 megawatts (MW), ou seja, mais de dez vezes a capacidade existente na central solar da Amareleja, que chegou a ser, durante alguns meses, a maior do mundo. No total, para este conjunto de empreendimentos, o investimento poderá aproximar-se dos €500 milhões. Mas há projetos muito distintos. Comecemos pelo mais pequeno.

Em Estremoz o grupo português Infrapar está a construir um parque fotovoltaico de 2,2 MW que, apurou o Expresso, deve estar operacional no próximo mês. Esta central irá vender a sua eletricidade a uma outra empresa portuguesa, a Energia Simples, que a irá comercializar no mercado liberalizado à sua carteira de clientes domésticos, autárquicos e empresariais.

De facto, os projetos que avançarão no regime geral de produção (isto é, sem tarifa subsidiada) só conseguirão financiamento se apresentarem garantias sólidas, nomeadamente contratos de venda da energia que permitam aos bancos ter algum tipo de conforto sobre a geração futura de receitas para pagar a dívida.

EM LINHA COM O MERCADO

É nessa negociação que está a Expoentfokus. A empresa, com sede em Santo Tirso, tem projetos solares de 130 MW (são 49 MW em Ourique, 29 MW em Évora e 52 MW em Nisa). “Acabámos de receber as licenças. Durante este ano deveremos iniciar a construção”, disse ao Expresso Fernando Seixo, um dos sócios da empresa. A Expoentfokus está a negociar contratos de venda de energia a cinco, dez e quinze anos, devendo os preços rondar €40 a €50 por megawatt hora (MWh).

E é uma referência relevante, pois aquela faixa está em linha com os preços do mercado ibérico. Em março o preço médio do mercado diário para Portugal foi de €44 por MWh. No mercado a prazo, os contratos para compra de eletricidade para Portugal em maio estão nos €47 por MWh e os contratos para o terceiro trimestre estão nos €51 por MWh. O avanço destes projetos deverá provar a viabilidade de ter centrais solares sem sobrecustos para as famílias.

No Parlamento, Bloco de Esquerda e PCP já questionaram alguns projetos energéticos que pretendem obter tarifas subsidiadas, como uma central da Hyperion em Lagos, pelo impacto que possam ter para os consumidores. “Estamos a conseguir fazer projetos sem subsídios”, diz o secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches. Mas esta vaga de novas centrais obrigará a um reforço da rede de eletricidade. “Temos de ter capacidade no país para receber esta energia. Alguns projetos do plano de investimento da REN vão ter de refletir esta necessidade”, reconhece o governante.

O reforço da infraestrutura elétrica, esse sim, pode vir a onerar as tarifas que são pagas por famílias e empresas, em montantes ainda por definir. O balanço de quem ganha e perde com a vaga de centrais solares é algo complexo, porque há vários fatores em equação. Em primeiro lugar, ganharão os promotores dos projetos.

QUEM ESTÁ A INVESTIR

No megaprojeto de 221 MW, em Alcoutim, o consórcio promotor junta a China Triumph International Engineering e a irlandesa Welink. Nos restantes projetos a maior parte dos investidores são ibéricos.

A Exus Management Partners, que tem 56 MW aprovados em Portugal (em três projetos em Alcácer do Sal, Castelo de Vide e Santarém), é uma empresa com sede em Madrid que junta gestores portugueses e espanhóis com experiência prévia noutras empresas de energias limpas (como a Iberwind, a EDP Renováveis e a Plenium Partners).

A Hyperion, que já tem aprovada uma central de 25 MW sem tarifas subsidiadas em Évora (e que ainda não teve luz verde do atual Governo para obter uma tarifa subsidiada para uma outra central em Lagos), é liderada por João Talone e Pedro Rezende (antigos gestores da EDP). Já a Morningchapter, que prevê para Ourique um projeto de 46 MW, tem gestores portugueses e espanhóis.

Mas se quem investe é, desde logo, o primeiro ganhador, há também outros beneficiários. Os bancos que financiam os projetos e são remunerados por isso. As empresas de instalação dos parques. A REN, que será chamada a reforçar a rede e será remunerada por isso. E o sistema elétrico?

O sistema elétrico irá aproveitar melhor um potencial energético endógeno e renovável, minimizando o recurso à geração a partir de fontes fósseis, como o carvão e o gás natural. Além disso, a operação das novas centrais solares com contratos de venda de médio e longo prazo introduz alguma previsibilidade nos custos futuros da eletricidade para famílias e empresas. Na balança comercial, o país pode reduzir a importação de carvão e gás e exportar energia para Espanha. Mas, note-se, boa parte das centrais será construída com painéis importados.

FONTE:

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-04-15-Vem-ai-uma-corrida-ao-sol-no-Alentejo